PARES CÁRITAS RJ

  • QUERO DOAR
  • O PARES
    • Quem Somos
    • Proteção
    • Integração
    • Mobilização
  • PROJETOS
    • Curso de Português
    • Plataforma Trampolim
    • Refugiados nas Escolas
    • Grupos de Orientação
  • COMO APOIAR
  • PARA REFUGIADOS
    • Atendimentos
    • Cáritas Explica
    • Saúde no Brasil
    • Como ser MEI
    • Sou vítima de trabalho escravo?
  • FAÇA PARTE
  • Notícias
  • Números
    • Refúgio no Mundo
    • Refúgio no Brasil
    • Atendimentos no PARES Cáritas RJ
  • Contatos
    • Instagram
    • LinkedIn
    • YouTube
    • Facebook
  • QUERO DOAR
  • O PARES
    • Quem Somos
    • Proteção
    • Integração
    • Mobilização
  • PROJETOS
    • Curso de Português
    • Plataforma Trampolim
    • Refugiados nas Escolas
    • Grupos de Orientação
  • COMO APOIAR
  • PARA REFUGIADOS
    • Atendimentos
    • Cáritas Explica
    • Saúde no Brasil
    • Como ser MEI
    • Sou vítima de trabalho escravo?
  • FAÇA PARTE
  • Notícias
  • Números
    • Refúgio no Mundo
    • Refúgio no Brasil
    • Atendimentos no PARES Cáritas RJ
  • Contatos
    • Instagram
    • LinkedIn
    • YouTube
    • Facebook

NOTÍCIA

Fotografia
Alunas que participaram dos cursos oferecidos no Senac Copacabana celebram sua formatura. Imagem: © PARES Cáritas RJ/Luciana Queiroz.

Formações em confeitaria e serviço de lanchonete impulsionam recomeço para 36 mulheres refugiadas

​Cáritas RJ oferece oportunidades com apoio do ACNUR e Senac Copacabana e lança campanha de doação para se manter no próximo ano
Rio de Janeiro - No final de novembro, 36 mulheres trocaram toucas, uniformes e aventais por suas roupas e maquiagem para concluir um ciclo e abrir novos caminhos: elas se preparavam para a cerimônia de formatura dos cursos de Bolos & Geleias e Atendimento em Lanchonetes, oferecidos desde outubro pelo Programa de Atendimento a Refugiados da Cáritas RJ (PARES Cáritas RJ), com apoio do Senac Copacabana e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).   

No total, 17 mulheres em situação de refúgio ou com residência humanitária concluíram o curso "Bolos e Geleias para Ganhar uma Bolada", enquanto 19 alunas participaram da formação “Lanchonete: do atendimento à preparação", voltada ao atendimento e preparo de alimentos em lanchonetes. Para muitas delas, este diploma representa mais do que uma qualificação profissional: é a possibilidade concreta de retomar projetos de vida interrompidos pelo deslocamento forçado.

No Brasil há 4 anos, a venezuelana Gina conta que deixou sua terra natal com seu filho de oito anos devido à situação na Venezuela e que deseja um futuro melhor. Formada na área de análises bioquímicas, ela trabalhava em um laboratório em seu país de origem. No Brasil, já fez um pouco de tudo: foi caixa de restaurante, bartender e babá. ​
Fotografia
A venezuelana Gina surpreendeu-se com os novos conhecimentos que obteve no curso. Imagem: © PARES Cáritas RJ/Luciana Queiroz.
No curso de atendimentos em lanchonetes, para o qual se inscreveu após não conseguir vaga no curso de bolos, descobriu técnicas e conhecimentos que ampliaram suas possibilidades de trabalho e renda. “Estou adorando, aprendi coisas que nunca imaginei. Não queria perder a oportunidade”, revela, destacando lições que vão desde as boas práticas de armazenamento de alimentos até o uso correto dos ingredientes para o preparo de lanches.

A jornada de adaptação, no entanto, não foi simples. Gina relembra as dificuldades iniciais com o idioma e o esforço diário para se adaptar melhor a nova rotina. 
"O mais difícil quando cheguei foi falar o português. Eu não entendia nada, mas pouco a pouco fui aprendendo, anotando palavras, nomes de algumas coisas, para que eu entendesse quando algum brasileiro falasse", lembra. ​

Em seu caminho de recomeço, a venezuelana acrescentou que o apoio da Cáritas RJ foi fundamental: "Consegui orientação para renovar minha documentação. Sou muito agradecida, elas me ajudaram a agendar na Polícia Federal, elas são muito atentas a tudo. Sem a Cáritas RJ tudo seria mais difícil, já conheci pessoas que vivem em outro estado e que não têm esse apoio, às vezes até pagam para fazer os documentos", conta. Entre seus planos, permanece vivo o desejo de voltar à área que ama e, um dia, abrir seu próprio laboratório de coleta de sangue. Formada na Venezuela, Gina pretende iniciar o processo de validação do diploma. ​​
Trabalho Digno - Para garantir o acesso ao trabalho seguro, o Programa de Atendimento a Refugiados vem trabalhando em conjunto com o Ministério Público do Trabalho do Rio, por meio do Projeto Ação Integrada (ProjAI), para informar as pessoas atendidas sobre como se proteger de situações de exploração no trabalho, num esforço para romper com o ciclo do trabalho escravo contemporâneo. 


Texto e Fotos: Luciana Queiroz
Início  |  O PARES  | Projetos |  Plataforma Trampolim  | Faça Parte | Como Apoiar |
​ Para Refugiados | Notícias | Números | Contatos  | Instagram |  LinkedIn  | Facebook  


​Created by Marco Combat