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PROJETOS

CURSOS DE ARTES MANUAIS

Em 2025, iniciamos cursos em artes manuais para pessoas refugiadas acontecem uma vez por semana, cada temática uma vez por mês, com duração de duas horas, e fazem parte das ações de Integração desenvolvidas pelos(as) profissionais de Psicologia e de Serviço Social.

Na perspectiva da saúde mental, prover informação, criar um espaço coletivo e de confiança, traz um impacto positivo de produção de autonomia dessas pessoas, à medida que elas mesmas são cocriadoras desses espaços. Assim, a Psicologia atua diretamente na desconstrução dos estigmas em torno do "estar refugiado", tão comum no cenário humanitário.

​Nas atividades dos grupos de orientação, apostamos num espaço coletivo, compreendendo que trabalhar coletivamente possa fazer mais sentido para alguns grupos culturais não ocidentais.
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No Grupo sobre Trabalho, o objetivo é informar as pessoas em situação de refúgio sobre o cenário brasileiro, oferecendo explicações sobre o mercado de trabalho, os direitos trabalhistas e os processos seletivos, entre outros temas. Assim, busca-se discutir sobre os desafios e pensar, coletivamente, a respeito de soluções.

​O profissional de Psicologia, além de elaborar a atividade, procura também intervir durante as discussões, bem como oferecer orientações diversas sobre trabalho e emprego.
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© PARES Cáritas / Luciana Queiroz
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© PARES Cáritas / Luciana Queiroz
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Na Roda de Conversa com Mulheres são discutidos temas relevantes sobre ser mulher, sobre o cotidiano das refugiadas e suas histórias. Outras temáticas surgem coletivamente, como violência, saúde, gênero, relações familiares e empregabilidade, entre outras,

A atuação da Psicologia vai desde a proposição de temas a intervenções durante a realização do grupo, além da identificação de questões mais individuais que são resolvidas com encaminhamento posterior.
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